Jornal paulista teve circulação suspensa

O Diário de Marília teve sua circulação de ontem (01/10)suspensa através de uma liminar concedida pela juíza Paula Bredariol. A ordem judicial atendeu ao pedido do ex-prefeito José Abelardo Camarinha (PSB), candidato a deputado federal e seu filho, deputado estadual Vinícius Camarinha (PSB), candidato à reeleição. O jornal do grupo CMN – Central Marília Notícias – que também possui duas emissoras de rádio – foi incendiado na madrugada de 8 de setembro do ano passado.

Capa do jornal Os políticos consideraram caluniosas as informações contidas na manchete de que ambos estariam inelegíveis em decorrência de uma representação da Procuradoria Regional da República de São Paulo, por abuso do poder econômico e uso de funcionários e bens públicos em campanha.

Por ordem da juíza foram retiradas da matéria as palavras “incriminados” e “inelegíveis”. O jornal só circulou por volta das 10 horas, sem a matéria, e teve uma segunda edição, por volta das 12 horas, com a matéria alterada conforme a determinação judicial.

O “Diário de Marília” é o jornal do grupo CMN – Central Marília Notícias – que também possui duas emissoras de rádio – foi incendiado na madrugada de 8 de setembro do ano passado e seu diretor, jornalista José Ursilio, acusa o ex-prefeito de ser o mandante. Três homens ligados ao grupo político de Camarinha já estão presos pelo crime.

Segundo o jornal, “a coluna discutia o histórico de acusações contra Camarinha, que provocaram a impugnação da sua candidatura. Tanto que o sistema oficial de contagem de votos nem apresentava ontem a votação do ex-prefeito”.

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