Acabou o sonho do Hexa campeonato, pelo menos, na Copa da África do Sul. Agora só em 2014, aqui no Brasil. Nem enfrentando, na primeira fase, as seleções mais fracas do mundial, a equipe de Dunga conseguiu mostrar a que veio. Desde o início todos os brasileiros já criticavam a convocação do Zangado… Ops… Anão errado. O arrogante técnico Dunga saiu do mundial bem humilde. Pena que aprendeu a lição tarde demais. Agora é hora dos brasileiros acordarem para a vida, e não fazerem nas urnas o mesmo que a seleção fiz na Copa.
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E a volta, nesta segunda-feira (05), das imagens do caboclo e da cabocla – símbolos da Independência da Bahia -, para ao Pavilhão do 2 de junho, no Lapinha, atrasou a minha volta do trabalho para casa. E agora, nos pés de quem eu reclamo o congestionamento enfrentado?
Viva o teatro baiano
No final de junho assisti à peça Os Enamorados, texto de Carlo Goldoni (ver Último fim de semana da peça “Os Enamorados” no Vila Velha e O ciúme e a paixão no espetáculo “Os Enamorados”, de Goldoni). Boas atuações do elenco composto por Luisa Proserpio, Will Brandão, Luana Matos, Ciro Sales, Danilo Novais, Inácio Deus e Liz Luciddi. Destaque para a participação do ator Agê Habib.
A iluminação também merece destaque. Trabalha como mais um personagem em cena (ponto para Fernanda Paquelet). A preparação física do atores, também, foi bem feita, conduzida por Fábio Fernandes, que assina ainda como assistente de direção. A cenografia é minimalista – como em quase todas as peças atuais -, mas funcional. Destaque para os lustres que compõe o ambiente onde a trama se passa. Trabalho de Luter Vaz.
Está de parabéns, Antônio Fábio, em sua estreia como diretor e a todo o elenco.
Viva o teatro baiano que nos faz refletir e não só rir!



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